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terça-feira, 16 de julho de 2013

Arcade Fire estão de volta em 2013

Fonte: Twitter

A banda surpreendeu a semana passada, quando respondeu ao tweet de um fã com a data de lançamento do seu próximo álbum, que será a 29 de Outubro.

James Murphy, do projecto LCD Soundsystem e co-fundador da DFA Records, colaborou no novo registo do grupo e afirmou numa recente conversa com a NME que o novo álbum “soa a Arcade Fire, da maneira que apenas os Arcade Fire soam a Arcade Fire. É realmente bastante épico!”

Ainda sem nome conhecido, este é o quarto álbum da banda canadiana, que precede The Suburbs, de 2010, Neon Bible, de 2007 e Funeral, o primeiro registo dos Arcade Fire que os elevou a um estatuto de super potência indie em 2004.

Segundo James Murphy, o seu trabalho no novo álbum dos Arcade Fire está terminado, mas afirma que para a banda, “não está terminado até estar nas lojas”. Diz ainda que os membros da banda são todos “fenomenalmente talentosos e cheios de ideias, por isso as músicas continuam a aparecer”, “da última vez que me atrevi a pensar que estava terminado voltei ao estúdio três dias depois para fazer umas misturas e eles já tinham escritos mais duas músicas novas para o álbum!” 

Ainda durante a conversa com a NME, James Murphy falou do bebé de Win Butler e Régine Chassangne, membros dos Arcafe Fire, que nasceu este ano e da união do grupo em fazer este novo disco, “Régine é incrível, ela trabalhou mesmo até ao último ponto em que consegui, mesmo antes de dar à luz. Todos eles estão tão empenhados em fazer este álbum.”

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Festival Super Bock Super Rock 2011 | Review dos concertos vistos



Acabou ontem um dos festivais de Verão com os melhores cabeça de cartaz deste ano, mas certamente com uma das piores condições a nível de organização do festival em si. Mas falando agora do que interessa, há que referir que foram escolhidas três das bandas mais carismáticas desta década, todas com álbuns recentes bastante bons que voltaram a tornar o Super Bock Super Rock numa referência como festival.

Acho que nunca tinha pensado bem em atribuir posições para quais os melhores concertos num festival, mas neste a lista foi-se criando ao longo dos dias sem eu dar grande conta disso. Apenas vou puder falar dos concertos que vi (parece-me um bocado óbvio), o que me corta logo alguns que gostaria mesmo de ter visto e que muito provavelmente ocupariam bons lugares na minha lista, como é o caso de Lykke Li e The Vaccines.

O bom bocado que vi de Beirut mostrou-me um concerto alegre, cheio de vontade de mostrar o seu trabalho ao público, mas não me conseguiu cativar o suficiente com a sua colecção de instrumentos de sopro. O que me fez desejar que o concerto findasse entretanto pela minha falta de disponibilidade emocional no momento, provavelmente devido a ter vindo de outros dois concerto que me encheram bastante o olho e os ouvidos (Tame Impala e El Guincho) no Palco EDP.

Um dos concertos que por muito que se gostasse de ouvir e por bom que fosse, não se adequava de maneira alguma a este tipo de festival, era o de Rodrigo Leão & Cinema Ensemble. É um concerto que exige uma certa acústica que como é de calcular, um festival não a pode garantir, muito menos naquelas condições, o que fez com que um concerto bastante rico a nível instrumental se perdesse entre o pó que andava no ar, não tendo sido saboreado como devia ser.

Em relação a Brandon Flowers, bem, nem sei bem o que dizer. Quer dizer, eu sei mas não me parece muito correcto escrevê-lo aqui. Quando um frontmen, neste caso dos The Killers, se aventura num projecto a solo só podem haver dois resultados: ou a coisa resulta e muito bem, vamos para a frente com isto ou não resulta assim tão bem, o álbum não é lá grande fenómeno e ainda tem de cantar as canções da banda pela qual ainda é frontmen (ou não) para apimentar o público e vê-lo com as mãos no ar. Acontece que Brandon Flowers encaixa-se no segundo resultado possível. O concerto que aconteceu no SBSR foi fraco, aborrecido e sem grande entusiasmo, excepto (lá está), quando eram tocados êxitos dos The Killers numa versão mais electrónica (estragando as originais, bem melhores) que levavam o público a bater palmas entusiasticamente como se tivesse realmente a assistir aos The Killers – mas nem se comparando um bocadinho que fosse ao que se assistiu na edição do SBSR 2009 no estádio do Restelo, onde os The Killers deram um concerto memorável. Por isso Brandon Flowers, why don’t you Change Your Mind?


Agora vamos à contagem decrescente para qual o melhor concerto desta edição do Festival SBSR 2011:

Em sexto lugar temos o concerto de El Guincho no Palco EDP, que nos trouxe o seu ultimo álbum Pop Negro, mas sempre sem esquecer os trabalhos anteriores, deixando o público deliciado com a sua batida quente e pop bem medido que foi levado ao rubro com Bombay.



A banda portuguesa PAUS ocupa o quinto lugar com um concerto que encheu o Palco EDP, para mostrar o ao público ainda pouco empoeirado o bom que se faz por terras lusas. Toda a energia que foi sentida das baterias siamesas do vocalista dos extintos The Vicious Five, Joaquim Albergaria e de Hélio Morais dos Linda Martini e If Lucy Fell foi transmitida a toda a velocidade para o público que estava completamente absorvido pelo que se passava no palco.

Os australianos Tame Impala estão em quarto lugar com um concerto que serviu para mostrar porque o seu álbum de estreia, Innerspeaker, foi tão bem recebido pela crítica e pelo público. Conseguiram envolver toda a assistência no seu rock psicadélico, com momentos em que nos faziam esquecer até do local onde nos encontrávamos. Foram realmente bons ao vivo, acabando até por superar o álbum gravado no estúdio.



Não consegui atribuir apenas uma banda à terceira posição, visto que além de não acompanhar duas delas, não achei que fossem nada inferiores à outra. Estou a falar do concerto morninho dos Arctic Monkeys e dos bons concertos de Portishead e Slash. Normalmente tento não criar grandes expectativas quando vou ver uma banda ao vivo, mas com Arctic Monkeys acabei por criar alguma, talvez devido ao facto de nunca os ter visto ao vivo e de gostar bastante da evolução que foram tendo ao longo dos álbuns que foram fazendo, o que me levou a achar que o concerto poderia ter sido bastante melhor, com um bocado mais de vontade de estarem ali a cantar e com um bocado mais de carisma. O concerto parecia-lhes um pequeno frete, uma obrigação. Embora tenha gostado do que ouvi, o concerto parecia-me algo em piloto automático. Já pelo contrário, o concerto dos Portishead deixou-me rendido pelo banda ao vivo, não sei se a presença de Beth Gibbons ou a boa qualidade das imagens que surgiram durante o concerto no palco me levaram a toldar a minha opinião desta maneira, mas o certo é que o concerto me pareceu algo em grande. Slash, bem, acho que não tenho muito a dizer. Não é à tua que é considerado um dos melhores guitarristas de sempre!



Aos The Strokes cabe-lhes o segundo melhor concerto do SBSR. Conseguiram tocar a grande maioria dos seus hits que conquistaram fãs desde 2001 com Last Nite e New York City Cops até às mais recentes do seu último álbum Angles lançado em Março deste ano. Faltou a despedida e o encore que ficaram pelo caminho. E a 12:51.




Como não é muito complicado de perceber, o melhor concerto neste SBSR cabe aos grandes senhores da indústria indie, os Arcade Fire. Mais um vez levaram o público português a trazer todas as emoções à flor da pele, fazendo uma passagem pelos três álbuns que se destacam nos últimos anos no panorama musical como um autêntico fenómeno indie. Todas as músicas foram recebidas com um ansiedade miudinha e um sentimento melancólico, que fez com que todas as músicas fossem tão sentidas pela banda, como pelo público absorvido pelos elementos da banda, pela música e pela qualidade das imagens que ia apoiando o concerto no palco. A música que mais efeito provocou sobre o público foi Crown Of Love, foi um momento emocionante em que após a carga que a música carrega, rebenta numa explosão de alegria ao vivo. Sem desfazer claro o grande momento no encore proporcionado pela tão aguardada Wake up.



They say it fades if you let it,
love was made to forget it.
I carved your name across my eyelids,
you pray for rain I pray for blindness.
If you still want me, please forgive me,
the crown of love is fallen from me.
If you still want me, please forgive me,
because the spark is not within me.

I snuffed it out before my mom walked in my bedroom.

The only thing that you keep changin'
is your name, my love keeps growin'
still the same, just like a cancer,and you won't give me a straight answer!

If you still want me, please forgive me,
the crown of love has fallen from me.
If you still want me please forgive me
because your hands are not upon me.
I shrugged them off before my mom walked in my bedroom.

The pains of love, and they keep growin',
in my heart there's flowers growin'
on the grave of our old love,
since you gave me a straight answer.

If you still want me, please forgive me,
the crown of love is not upon me
If you still want me, please forgive me,'cause the spark is not within me.
it's not within me, it's not within me.

You gotta be the one,
you gotta be the way,
your name is the only word that I can say

You gotta be the one,
you gotta be the way,
your name is the only word , the only word that I can say!

Only one that I can say!

La la la
La la la




terça-feira, 7 de dezembro de 2010

||| QUIOSQUE DO PEDRO TOP 2010 ||| 10 ÁLBUNS ||| 20 MÚSICAS |||

Como não podia deixar de ser, o Quiosque do Pedro sente-se na obrigação nesta altura do ano de mostrar a sua lista de álbuns e músicas predilectas deste 2010 que está prestes a acabar. Como todas as listas que andam por aí, esta é mais uma com os sons que mais me marcaram em 2010, pelo momento em que as ouvi, pela quantidade de vezes absurdas que as ouvi repetidas no mp3 ao longo de vários dias, pelas vezes em que estava a pensar nela, ligo a rádio e ela está a tocar. Além de ser obviamente dos álbuns e músicas que eu acho que merecem um destaque, de tudo o que nos aparece diariamente, pela sua qualidade e pelo seu efeito de se tornarem músicas que não nos cansam passado três vezes de serem ouvidas.

Vamos começar pelas músicas do ano. Neste ano ouvimos novos sons, de novos e velhos conhecidos, o desaparecimento de estilos e o revivalismo de outros. De uma selecção de cerca de 40 temas consegui reduzir para 20, sendo a música número um, aquela que acho ser a que representa claramente a grande maioria do ano!


||| 20 MELHORES MÚSICAS DE 2010 |||


20. ME AND THE DEVIL - Gil Scott-Heron

19. EVERYTHING YOU WANTED - Kele

18. SLOW - Twin Shadow

17. BOMBAY - El Guincho

16. O.N.E. - Yeasayer

15. CELESTICA - Crystal Castles

14. TERRITÓRIO JUSTO - Os Golpes

13. SUN - Caribou

12. TIGHTROPE - Janelle Monáe feat. Big Boi

11. STYLO - Gorillaz

10. THIS MOMENTARY - Delphic

9. NORWAY - Beach House

8. READY TO START - Arcade Fire

7. NOT IN LOVE - Crystal Castles feat. Robert Smith

6. BORN FREE - M.I.A.

5. ALL I WANT - LCD Soundsystem



4. SPANISH SAHARA - Foals



3. SOMETIMES - Miami Horror



2. THE SUBURBS - Arcade Fire



1. LET'S GO SURFING - The Drums




||| 10 MELHORES ÁLBUNS DE 2010 |||

Menção Honrosa:
GEMINI - Wild Nothing
HIPPIES - Harlem
NOTHING HURTS - Male Bonding
LISBON - The Walkmen
INTERPOL - Interpol
FORGET - Twin Shadow
TEEN DREAM - Beach House

10. KING OF THE BEACH - Wavves

9. THIS IS HAPPENING - LCD Soundsystem

8. TOTAL LIFE FOREVER - Foals

7. BROTHERS - The Black Keys

6. CRYSTAL CASTLES - Crystal Castles

5. SWIM - Caribou



4. THE ARCHANDROID - Janelle Monáe



3. THE DRUMS - The Drums



2. INNERSPEAKER - Tame Impala



1. THE SUBURBS - Arcade Fire



Palavras para comentar The Suburbs? Não existem, basta ouvir. Mas ouvir mesmo, com atenção.

sábado, 20 de novembro de 2010

Arcade Fire - The Suburbs



Novo vídeo dos Arcade Fire, realizado por Spike Jonze, é uma espécie de curta para nos lembrar aquilo que perdemos à dois dias atrás.
Curiosidade: reparem nos dois polícias que aparecem no vídeo junto à estrada... Não vos são familiares? Pois, é nada mais, nada menos que Win Butler e Régine Chassagne!