Os Shy Child apresentam uma electrónica/house/synthpop característica desde 2000 pelos clubes de New York. São um duo composto por Pete Cafarella na voz e nos sintetizadores, mas que ao vivo apresenta-se com um keytar, e por Nate Smith na bateria. Já estiveram em tour com os Klaxons e Hot Chip, e já abriram concertos para Muse e Björk.
A 15 de Março lançaram o seu quarto álbum, Liquid Love, de onde se pode retirar o single Disconnected, altamente dançável e adequado para as noites de Verão que se avizinham!
Os meninos bonitos do indie rock ainda não desapareceram, nem se perderam todos por caminhos mais electrónicos. Os canadianos Tokyo Police Club são exemplo disso mesmo.
Depois do seu, até bem sucedido, primeiro álbum Elephant Shell lançado a 8 de Abril de 2008, de onde se retiram boas músicas como Graves ou Tessellate, os Tokyo Police Club estão de volta com o novo LP Champ que saiu para as lojas a 8 de Junho.
Breakneck Speed é o primeiro single de apresentação para Champ e conta com o seguinte vídeo:
Os californianos Wavves estão de volta com um terceiro álbum, depois de umas alterações na formação da banda.
Desta feita, voltam com o seu noise rock, mas ao que parece com um sonoridade mais limpa (não perdendo de todo o seu característico noise), mais arranjada, tal como se pode ouvir no novo single da banda, Post Acid.
O novo álbum King Of The Beach é lançado no seu formato físico a 3 de Agosto, mas devido às piratarias que já se fazem sentir do novo registo, vai já ficar disponível para compra no iTunes a partir de 1 de Julho.
E com os Wavves, o Quiosque abre a época oficial das músicas de Verão 2010!
Os Harlem chegam aos ouvidos do mundo pela Matador Records (a mesma editora de Sonic Youth e Belle And Sebastian).
Depois de Michael Coomers e Curtis O'Mara se terem juntado em Tucson e lançarem o seu primeiro álbum Free Drugs em 2008, arrumaram malas e bagagens e mudaram-se para Austin, no Texas. Por lá arranjaram um baixista, Jose Boyer, e assinaram então pela Matador, tendo os Harlem lançado o seu segundo registo Hippies, a 6 de Abril de 2010.
O indie rock/punk garage presente ao longo de Hippies, torna-o altamente contagiante e já levou também a comparações com os The Black Keys e aos Strange Boys.
Deixo uma das músicas presentes em Hippies, que está em modo repeat na minha cabeça o dia inteiro, à vários dias, Friendly Ghost:
Os britânicos Klaxons estão de volta (será desta? depois de tantos problemas com a editora) e trazem um nova música, que não será o novo single para Surfing The Void (título provisório do novo álbum).
Depois do estrondoso álbum de estreia Myths Of The Near Future de 2007, Flashover até parece que nos sabe a pouco. Deixaram de parte o nu-rave que fez o sucesso da banda, para passar para um canção noise rock, mais pesada. Provavelmente influências de Ross Robinson, que produziu Flashover, mas também já produziu bandas como os Korn, Limp Bizkit, At The Drive-In e Blood Brothers.
Os Klaxons actuam a 30 de Julho no Festival Paredes de Coura, provavelmente para mostrar novo material, no mesmo dia de Peter Hook e White Lies.
A noite começou com uma surpresa nacional, os Long Way To Alaska conseguiram trazer uma breve brisa fresca no ambiente abafado que se vivia da Aula Magna, tinham um q.b de minimal com um indie influenciado algo entre os Grizzly Bear e os Band Of Horses. O baterista multinstrumental e também vocalista foi outra das surpresas desta jovem banda nacional, ao que parece, algo desconhecida entre a plateia. A sua actuação discreta, mas bem medida, funcionou na perfeição para a abertura do concerto dos The xx, ficando o público rendido na última canção.
Mas a Aula Magna ainda não tinha presenciado o que lhe tinha enchido a casa pelas costuras nessa noite. Os minutos que antecederam a tão aguardada (cerca de 5 meses, visto que os bilhetes esgotaram algures em Janeiro) actuação dos The xx foram de expectativa, com o público a fitar o enorme lençol branco que tapava o palco, que não parecia ir ter grande utilidade. Pois que o pano foi a peça-chave do inicio do concerto, com as sombras de Romy Madley Croft, Oliver Sim e Jamie Smith a serem inteligentemente projectadas durante a Intro. Cai o pano e começam-se a fazer ouvir os primeiros segundos de Crystalised.
A actuação dos The xx foi tal como se poderia prever, som limpo, sem grandes desvaneios, curto, algo underground, intimista, mas com a capacidade de fazer com que a plateia flutuasse entre a voz doce de Romy e Oliver, e o jogo de luzes que se mostrou fundamental e altamente eficiente na afirmação das músicas.
Islands e Infinity acabaram por se mostrar como as músicas mais fortes do concerto,
assim como a Fantasy/Shelter, que beneficiaram de luzes que davam realmente um preenchimento que poderia eventualmente faltar na apresentação ao vivo das músicas do álbum de estreia dos The xx.
A música escolhida para o encore e para terminar o concerto na Aula Magna, foi precisamente a última álbum presente no álbum, Stars, e a única que ainda faltava tocar. Foi de cabeça baixa e com um tímido adeus que deixaram o palco e o público, que ficou de pé a dar uma merecida ovação aos ingleses, embora quisessem mais daquilo que já não havia mesmo.
Para quem não conseguiu ver os The xx em Lisboa ou no Porto, pode sempre vê-los no dia 8 de Julho no Festival Optimus Alive!10, a partilhar o mesmo palco que Florence and The Machine, LaRoux e Devendra Banhart.
Bastante agradável! Foi a primeira coisa que me ocorreu quando ouvi os primeiros segundos dos Here We Go Magic. A banda norte-americana de indie rock foi criada por Luke Temper, que depois de dois álbuns a solo decidiu criar a banda em 2009. No mesmo ano foi lançado ainda o primeiro álbum dos Here We Go Magic, mas ainda como um projecto a solo de Luke.
Está programado que a 8 de Junho de 2010 seja lançado o segundo álbum, Pigeons, do qual faz parte a música Collector, que é o single de apresentação do álbum.
Com bases no psychedelic jazz e blues, os australianos Tame Impala surpreendem-nos com um psychedelic rock bastante melodioso.
Após o lançamento de dois EPs, os Tame Impala lançaram o seu primeiro álbum Innerspeaker a 21 de Maio pela Modular Recordings (a mesma editora que lançou álbuns de New Young Pony Club, Yeah Yeah Yeahs, Ladyhawke e MSTRKRFT), que pode ser ouvido na integra no MySpace da banda.
Solitude Is Bliss é o single de apresentação para Innerspeaker, foi lançado em Abril deste ano e conta com seguinte vídeo:
Aparecem-nos do Reino Unido com o seu primeiro álbum, Nothing Hurts, lançado a 11 de Maio pela Sub Pop, apresento-vos os Male Bonding. Com um noisy indie rock bastante bem medido, os Male Bonding apresentam um álbum de estreia bastante bom, rápido, mas consistente, levando-nos em 30 minutos desde batidas mais aceleradas a puxar para o punk, até um indie mais comedido. Numa das músicas, Worse To Come, os três rapazes britânicos contam com a participação das suas congéneres do noise indie rock, as três raparigas de New York, as Vivian Girls (confirmadas para actuarem no Festival Paredes de Coura).
Deixo o vídeo de Year's Not Long, a música de abertura do álbum Nothing Hurts, que é uma perfeita amostra do álbum. Se gostarem de Year's Not Long, vão gostar certamente de Nothing Hurts.
Let the summer begin! Depois de um cheirinho a Verão bastante precoce em Outubro com os Miami Horror, tendo esse sentimento sido alimentado nos meses seguintes pelos Neon Indian, Rainbow Bridge, Lemonade e Delorean, chega mais uma banda que padece do mesmo problema, os Local Natives.
Lançaram o seu álbum de estreia, Gorilla Manor, em Novembro no Reino Unido e em Fevereiro nos EUA. World News é umas das músicas que figura no álbum e que em conjunto com o videoclip, nos remete para a tal sensação de Verão.